Sua Jornada Clínica na DTC
Da compreensão do caso à intervenção, oito etapas organizam o desenvolvimento do raciocínio clínico. Na DTC, você aprende a compreender o caso, definir uma direção, escolher intervenções coerentes e acompanhar seus efeitos para decidir os próximos passos.
Antes de decidir o que fazer, é preciso compreender o que está acontecendo — e por quê.
Neste primeiro momento, você parte dos seus desafios atuais e avança até uma formulação clínica que integra informações, hipóteses e contexto.
Ponto de Partida
Reconheça onde você está e o que precisa desenvolver.
Identifique seus principais desafios na condução de casos de TDAH e defina metas para acompanhar seu desenvolvimento ao longo da mentoria.
Recebendo a Família
Organize a demanda e construa uma compreensão inicial do caso.
Aprimore os primeiros contatos, a entrevista clínica e a coleta de informações, alinhando expectativas com a criança ou adolescente e sua família.
Investigando o Caso
Levante hipóteses e busque evidências antes de concluir.
Organize o raciocínio diagnóstico, identifique o que ainda precisa ser investigado e busque evidências que corroborem, refutem ou modifiquem suas hipóteses.
Montando o Quebra-cabeças
Integre dados, hipóteses e contexto em uma formulação clínica.
Conecte sintomas, desenvolvimento, cognição, emoções, família, escola, fatores de manutenção, recursos e obstáculos para compreender como o caso funciona.
Compreender o caso é o começo. Agora, é preciso decidir para onde o tratamento deve caminhar.
A formulação se transforma em prioridades, metas compartilhadas e um plano de tratamento claro e acompanhável.
Para Onde Iremos Juntos?
Defina prioridades e objetivos terapêuticos.
Transforme queixas amplas em dificuldades funcionais e metas colaborativas. Decida o que precisa mudar primeiro e como reconhecer o progresso.
Desenhando o Mapa da Mina
Transforme objetivos em um plano de tratamento coerente.
Organize prioridades, fases e estratégias de intervenção, conectando cada decisão à formulação do caso, às metas e aos critérios de acompanhamento.
A técnica serve a um objetivo. Os resultados mostram quando é preciso manter ou mudar o caminho.
Aqui, o raciocínio clínico orienta a escolha das intervenções e continua ativo durante todo o tratamento: observar, medir, revisar e ajustar também fazem parte do processo.
Caixa de Ferramentas
Escolha intervenções de acordo com a formulação e as metas.
Amplie seu repertório de estratégias com paciente, família e escola e aprenda a selecionar e adaptar cada recurso ao alvo clínico.
Monitorar e Ajustar
Observe os efeitos e ajuste o percurso.
Acompanhe a resposta ao tratamento, reconheça avanços e impasses e decida o que manter, modificar, aprofundar ou reconsiderar.
Compreender antes de decidir.
Decidir antes de intervir.
Monitorar para continuar decidindo.
Como percorrer esta trilha
As etapas seguem uma lógica progressiva, mas não são módulos rígidos.
Cada etapa prepara a seguinte, mas o tempo dedicado a cada uma varia conforme as necessidades da turma.
Os encontros podem aprofundar diferentes pontos da trilha ou retomar etapas anteriores sempre que o raciocínio clínico exigir.
A trilha organiza o raciocínio. Os encontros dão vida ao percurso.
A trilha não é o calendário
A trilha e os encontros da Turma 9 organizam experiências diferentes dentro da DTC.
A trilha mostra o que você desenvolverá. Os encontros mostram quando cada tema foi trabalhado e dão acesso às gravações, materiais e planos de ação.
Uma etapa pode ocupar vários encontros — e um encontro pode integrar diferentes etapas.